Sobre o Inspira Mobilidade

A Inspira Mobilidade surgiu como uma necessidade para transformar a forma como nos movemos em Almada e inspirar outras comunidades a fazer o mesmo. Valorizamos o transporte sustentável, a inclusão e o bem-estar coletivo, e acreditamos que em conjunto podemos criar cidades mais sustentáveis, saudáveis, humanas e equilibradas.

Quem Somos

Somos uma associação sem fins lucrativos fundada em setembro de 2024. Reunimos pessoas de Almada com diferentes idades, formações e especialidades para repensar a forma como nos deslocamos, priorizando as pessoas e o ambiente.

Somos apaixonados sobre Bicicletas

O Nosso Manifesto

Defendemos cidades que priorizam pessoas e não apenas veículos automóveis.

O nosso manifesto reflete o compromisso com a mobilidade sustentável, a inclusão e a descarbonização, guiando todas as nossas ações.

Os nossos fundadores


Diana Prata


Neurocientista de profissão, começou a usar a bicicleta e os transportes públicos como únicos meios de transporte desde 2002 a 2015 enquanto viveu em Amsterdão, Creta e Londres. Depois de descobrir que afinal não precisava de usar o carro como principal meio de transporte, que era mais ecológico, e divertido priorizar a bicicleta e andar, que ganhava massa óssea e muscular, vitamina D, saúde mental, e mais sorrisos na cara e além disso, o seu recente fillho se derretia mais a descobrir o mundo e as pessoas a andar de transportes públicos e lá atrás na bicicleta…. não quis voltar ao carro, só por voltar a Portugal. Como mora no cimo de um monte, agora tem uma elétrica de carga graças ao bendito Fundo Ambiental.

Diana Botelho


Apaixonada pela natureza e viagens, mãe de três filhos pequenos. Engenheira de mobilidade que pedala entre margens e acredita que pequenas escolhas diárias fazem a diferença na sociedade.

Diogo Salvador


Nascido em 1981, cresceu e estudou na margem sul do Estuário do Tejo. Fez o seu percurso académico na área de Gestão de Sistemas de Informação e profissionalmente especializou-se em Gestão de Projetos. O associativismo e voluntariado em diferentes áreas pontuaram este caminho, mas foi no regresso à companhia de bons amigos da margem sul, que encontrou na “transformação do espaço público que nos rodeia”, uma causa comum, para aplicação construtiva da sua experiência profissional.
Com os três filhos aprendeu que a vida é uma mudança constante onde cada escolha nos aproxima ou afasta do que realmente é importante. Hoje acredita que a transformação do espaço público contribui para uma mudança construtiva da comunidade que o ocupa e consequentemente da realidade que todos habitamos.

Andreia Zorrinho


Abraçou a vida em Cacilhas durante a pandemia, trazendo o amor pela bicicleta, ciclismo urbano e mobilidade sustentável adquirido nos anos em Londres. Divide a vida entre as duas margens do Tejo, sempre que pode, a pedalar. Sonha com um concelho unido por ciclovias e uma rede de transportes públicos eficaz e inclusiva.

Catarina Freitas


Engenheira do Ambiente residente em Almada, sempre ligada a questões de sustentabilidade. Mãe de 3 jovens adultos, participante ativa em cidadania ambiental, embaixadora do Pacto Climático Europeu em Portugal, gestora da rota Refood da Costa da Caparica e voluntária na Cicloficina de Almada

Débora Muzzi


Reformada e avó, participa da gestão de uma ONG que combate a solidão e isolamento de idosos em Almada através de passeios de bicicleta. Voluntária da Cicloficina de Almada e envolvida em atividades locais de sustentabilidade.

Diogo Martins

Nerd dos transportes e acessibilidade que por acaso também trabalha para melhorar a acessibilidade a transportes públicos. Com imenso interesse em urbanismo, transportes e na relação entre a sociedade e o espaço público. Tem, sobretudo, interesse em melhorar metodologias de participação pública para tornar as cidades mais humanas e acessíveis.

Eduardo Abalada

Nasceu em Lisboa nos anos setenta mas foi no Sobral de Monte Agraço, na casa de férias, que teve as suas primeiras grandes aventuras de bicicleta. E nunca mais deixou de se aventurar.
Apaixonou-se pelo longboard skate no princípio dos anos dois mil, usou-o para viajar pelo país, criou a primeira associação de desportos de gravidade, voltou a tirar a bicicleta da garagem e já não a arrumou. Entre a Permacultura, a Agrofloresta e a Bioconstrução na Quinta dos 7 Nomes, constrói e funda a Cicloficina de Colares, lança a Oficicleta da Trafaria, e põe novamente a trabalhar o bichinho do parafuso que cresceu quando decidiu estudar engenharia naval. 
Vive na Trafaria, e usa a bicicleta todos os dias, faça chuva ou faça sol, para ir trabalhar para Lisboa. Conhece bem os desafios de mobilidade que a região enfrenta e acredita que a mudança para uma vida mais simples é possível.

Francisco Morais


Pessoa vulgar. Rotineiro automobilista casa-trabalho-casa, e invariável consumidor de carbono fóssil. O uso da bicicleta era essencialmente para desporto e lazer. Mudar o paradigma, actualmente utiliza a bicicleta com relativa regularidade como meio de transporte activo nas deslocações banais, em particular no contexto urbano, e participa em grupos de reflexão sobre o tema e gosta de fazer passeios e viagens de bicicleta pelo país em complemento com a ferrovia. Acredita na Mobilidade Activa como um factor benéfico colectivo enquanto modelo organizacional e de planeamento urbano do território das nossas vilas e cidades, e como resposta alternativa a favor da sustentabilidade da nossa qualidade de vida e das gerações futuras. Arquitecto

Inês Sartoal Pascoal

Estudante de doutoramento em geografia e planeamento territorial, a investigar questões de género relacionadas com a mobilidade sustentável. Almadense, utiliza a bicicleta como meio de transporte entre Almada e Lisboa desde 2015, em complemento com os transportes públicos.

José Manuel Fonseca

professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa é doutorado na área da Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Utiliza a bicicleta tanto diariamente em pequenas deslocações como na vertente de exercício físico. É apreciador de passeios de grande distância em autonomia total, com a família, utilizando como complemento a rede ferroviária.

Luís Pinto da Silva


Empresário em nome individual, desde 2017 desloca-se diariamente em Almada a pé e de bicicleta entre casa e atividades profissionais ou outras.

Miguel Cambão

Biciclista urbano ativo desde 2010, tem dividido a sua vida profissional e pessoal entre as margens do Tejo. Vive em Lisboa mas tem uma ligação especial à Trafaria. É engenheiro e pós-graduado em ordenamento do território e planeamento ambiental e também em mobilidade do futuro. Pai de quatro filhos ainda pequenos, que transporta diariamente de cargo bike. Continua a acreditar que é possível mudar o mundo e que a ponte 25 de Abril, um dia, vai ter um canal ciclável.

Rita Martelo

Baseada em Almada mas com um percurso profissional e académico entre Londres, Estocolmo e Amsterdão, deixou-se contagiar pelo uso da bicicleta como meio de transporte desde 2007. É designer experiente e estudante de doutoramento em Design focada nas temáticas do design de informação e mobilidade em bicicleta em contexto urbano.

Rui Ventura


Desde sempre residente do concelho de Almada, actualmente na Freguesia da Charneca Caparica e Sobreda. Pai de 3 filhos pequenos, diariamente transporta os 2 mais velhos para a escola de cargo bike. Engº de telecomunicações de profissão, começou a adoptar a bicicleta eléctrica como meio de transporte no percurso para o trabalho, entre a Sobreda e Algés em 2016.

Sandra Fernandes

Mãe de duas crianças, cujo olhar sobre o mundo a ajudou a questionar a forma como o espaço público está organizado e tem condições para ser usufruído por pessoas de todas as idades e características. Acredita que o poder do coletivo é altamente transformador e que constitui uma contra-força essencial para garantir a Justiça Social e o Bem comum. Reside na Costa da Caparica e descobriu a bicicleta como forma de garantir uma autonomia que não encontrava apenas com os transportes públicos. Profissionalmente, tem-se dedicado às questões da participação, educação para a cidadania global, transformação social e desenvolvimento.

Sofia Simões

Engenheira do Ambiente, residente em Almada e investigadora, tenta deslocar-se sem carro para o local de trabalho em local remoto na margem norte, desmultiplicando-se em combinações inventivas de transportes públicos e bicicleta que a fazem perceber que é preciso melhorar o atual sistema de transportes.